Charlie Hebdo não perdoa

charlie hebdoEnquanto uns garantem que foi Israel, com ajuda da CIA, é lógico, que armou os atentados de Paris para criar intrigas entre os árabes e o Ocidente. Charlie Hebdo, a revista francesa de cartoons que meses atrás foi alvo de atentados, aparece com uma teoria mais plausível: “Eles tem suas armas, nós os irritamos, temos o champagne!” E o desenho mostra um francês todo cheio de furos de bala por onde escapam jatos do champagne que está bebendo. Nem sempre gosto do humor deles. Porém, hoje, acho que acertaram na medida (embora que a gente saiba muito bem que a França tem armas para dar e vender, literalmente). Pensando bem, talvez as famílias das vítimas fiquem incomodadas com a brincadeira. Uma coisa, no entanto, é certeza: um monte de barbudos, que não são hipsters, vão ficar ainda mais irritados.

Um brinde contra as forças da caretice

Bistrôs e bares de Paris convocam todos, na cidade e no resto do mundo, a saírem às ruas para tomar umas e celebrar o prazer. Vamos nessa?

tousabistrotSempre teremos Paris. Será? A cidade, é claro, não deve desaparecer do mapa como gostaria o Estado Islâmico. Precisa bem mais do que meia dúzia de homens-bombas para destruir uma metrópole daquele tamanho. Mas o que está em risco não são os prédios, é o modo de vida. Sem dúvida alguma, o EI atacou a política intervencionista de  François Hollande, que se mete a paladino do deserto. Porém, mirou em cheio naquilo que considera antros de perdição. A fanáticos infelizes, o prazer incomoda. Amigos enchendo a cara num café sexta-feira à noite incomodam. Uma moçada ouvindo música e se pegando no escurinho de uma balada incomoda mais ainda. Isso é Paris, um delicioso antro de perdição, onde há tantas tentações que você não sabe para onde olhar, o que beber ou o que comer. O melhor de todo o Ocidente. Isso está em risco.

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Jerez vira moda entre jovens europeus

pepito2Você sabe o que é um Jerez? A maioria dos consumidores brasileiros de vinho fino não sabe. Esse fortificado da região de Jerez de la Frontera, na Andaluzia, Espanha, também conhecido como Sherry ou Xerez, é pouco bebido por aqui. Na Europa, fora da Espanha, até pouco tempo atrás também era assim. Hoje, no entanto, o Jerez é o que há de mais cool entre a moçada que gosta de vinho e tem sede de novos aromas e sabores.

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Uma ótima oportunidade para conhecer melhor o Jerez

tiposNo mundo todo, até 8 de novembro, grupos de vários tipos estão se reunindo para celebrar a International Sherry Week, uma semana dedicada ao vinho fortificado mais famoso da Espanha, o Jerez. Ou melhor, dedicada aos vários Jerezes. Porque são muitos os estilos de vinhos produzidos sob essa denominação de origem, cada qual com um método de produção diferente. Não é fácil dominar o assunto. Jerez, Sherry ou Xerez. A dificuldade começa no nome. No entanto, se você não pretende ficar fora dessa festa, pode começar dando uma olhada nos infográficos abaixo, que encontrei na internet: